Inspire-se! Aprenda como contar histórias e surpreenda seu filho

Se, na sua infância, você teve a sorte de ter alguém que sabia como contar histórias, com certeza essas lembranças estão entre suas memórias mais agradáveis. Não importa se essa pessoa era seu pai, sua mãe, um tio, uma avó ou uma professora: para a criança, ouvir uma história ser contada com prazer é quase hipnotizante.

Contudo, ao se arriscarem nessa atividade sem muita experiência, muitos pais acabam desistindo quando a reação dos filhos não é a esperada. Saber como contar histórias não é uma tarefa difícil: o principal é se envolver na história e gostar do que está fazendo.

Se você quer aprender como contar histórias e gerar lembranças inesquecíveis para os seus filhos, confira nossas dicas de hoje:

Escolha a história certa

Crianças pequenas costumam gostar de histórias curtas e com muitas repetições. Já as maiores preferem histórias com animais e personagens que as lembram de si mesmas ou de pessoas do seu convívio. Aliás, é importante frisar: existem livros incríveis, inclusive de autores brasileiros, que podem encantar crianças de todas as idades.

Mas, você sabia que nem sempre é necessário ler para contar histórias? Os pais podem simplesmente narrar um acontecimento das suas vidas, da sua infância, ou inventar uma história usando elementos que despertem a curiosidade dos filhos

Interprete cada personagem de uma forma diferente

Para chamar a atenção das crianças na hora de uma atividade como contar histórias, é importante se envolver com a narrativa, criando um ritmo agradável e divertido.

Por isso, o contador deve:

  • olhar nos olhos dos ouvintes, para perceber o nível de atenção de cada um;

  • ter clareza ao pronunciar as palavras;

  • mesclar ritmos da contação, avançando em momentos menos importantes e falando mais lentamente em certas passagens especiais;

  • usar onomatopeias, gestos e expressões faciais e corporais para quebrar a monotonia;

  • fazer vozes diferentes para cada personagem, inclusive ruídos de animais, barulhos e outros elementos importantes da história.

Cada pessoa tem seu próprio jeito de contar histórias: essas diferenças ampliam o repertório cultural da criança e estreitam os vínculos afetivos.

Adicione estímulo visual à história

Não é preciso usar acessórios ou objetos toda vez que contar histórias, mas estímulos visuais encantam as crianças, prendem sua atenção e tornam o momento mais divertido, para todos os envolvidos. Ao ler um livro, por exemplo, o contador pode mostrar as ilustrações à medida que avança, aumentando o envolvimento da criança com a narrativa.

Bonecos, fantoches, dedoches e brinquedos da criança também podem ser utilizados em momentos de entrosamento entre pais e filhos. E não é preciso investir em fantasias caras, varinhas de condão, chapéus ou roupas especiais — objetos simples do cotidiano, como uma colher de pau ou um lençol, já cumprem muito bem esse papel.

Interaja com a criança

O grande segredo para aprender como contar histórias de forma cativante é buscar sempre a interação do ouvinte. Isso pode ser feito de diversas maneiras:

  • fazendo ligações entre a história e a vida da criança;

  • dando nomes conhecidos aos personagens;

  • fazendo perguntas e usando suas respostas na continuidade da história;

  • dividindo com a criança a tarefa de desenvolver a narrativa;

  • fazendo com que o personagem principal enfrente um medo da criança;

  • pedindo que a criança reproduza os sons da história (barulho de chuva, sons dos animais, músicas);

  • incentivando a criança a fazer gestos e movimentos de acordo com o trecho da história;

  • respeitando o interesse da criança, inclusive quando ela desejar que a história termine.

Hábitos como contar histórias e ler livros para os filhos são maneiras maravilhosas de fortalecer o vínculo familiar, desenvolver a inteligência emocional, a criatividade e incentivar o gosto pela leitura. Ouvir histórias, seja embaixo de uma árvore em uma tarde ensolarada, ou aninhado na cama em uma noite de chuva, é uma das partes mais prazerosas da infância!

Que tal aproveitar a oportunidade para nos conhecer mais e adquirir um livro ou um boneco personalizado para que você possa contar novas histórias aos seus filhos? Use bem sua criatividade e até a próxima!

Conheça os benefícios da vitamina D para as crianças

A vitamina D atua em diversos sistemas do nosso organismo, por isso sua suplementação é tão necessária para a saúde e deve ser feita ainda na infância. Também conhecida como vitamina do sol, a substância, na verdade, é um hormônio.

Além de trabalhar na fixação do cálcio, a vitamina D está presente no processo de diferenciação celular e tem papel importante nos sistemas imunológico, metabólico e cardiovascular.

Entenda abaixo todos os benefícios da vitamina D para as crianças, por quanto tempo elas devem tomar, como obter a substância e os problemas que seu excesso pode causar:

Quais são os benefícios da vitamina D para as crianças?

A vitamina D é muito importante para o desenvolvimento das crianças porque atua na formação dos ossos e dentes. Como nos primeiros anos de vida a criança está em constante crescimento, é importante garantir a saúde da sua estrutura óssea.

A falta da vitamina D pode deixar a criança mais vulnerável a fraturas e ao raquitismo (enfraquecimento dos ossos). Há estudos que apontam que a carência do nutriente tem relação com o desenvolvimento do diabetes tipo 1, infecções respiratórias, doenças autoimunes e obesidade.

Ainda no útero

Aliás, o impacto da vitamina D começa ainda no útero: a gestante que toma vitamina D diminui os riscos de o bebê desenvolver alergias e outras doenças respiratórias. Na gravidez, a substância previne também o diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e o parto prematuro.

Como obter vitamina D?

O melhor jeito de se obter a vitamina D é se expondo ao sol: os raios UVB são responsáveis por ativar sua síntese no corpo e podem responder por até 90% de nossas necessidades diárias. Apenas 15 minutos diários com áreas do corpo descobertas são suficientes.

Porém, o grande problema é que o melhor período do dia para fazer a síntese da vitamina D é entre 10h e 15h, faixa de horário perigosa por conta dos riscos do câncer de pele.

Presente em alguns alimentos

A substância também está presente, em doses bem baixas, em peixes gordos, como salmão, sardinha e atum, além de ovos e derivados do leite. Porém, receber a vitamina D por meio da alimentação não supre nem 10% das necessidades diárias de uma criança, por isso a importância dos suplementos.

Em que idade deve ser feita a suplementação em crianças?

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda a suplementação da substância para o bebê que mama no peito a partir da primeira semana de vida. Já para aqueles que tomam fórmula, a entidade indica que o pediatra verifique o quanto ele está recebendo para que complete a dose do nutriente.

Para a SBP, é necessária a suplementação diária de 400 UI de vitamina D do nascimento até o primeiro ano de vida, e de 600 UI para crianças de 1 a 2 anos. Após os 2 anos, recomenda-se brincadeiras fora de casa para que o pequeno se exponha ao sol, bem como uma alimentação rica em nutrientes.

Por que o excesso da vitamina D é perigoso?

Tomar vitamina D em excesso leva à alta absorção de cálcio, podendo ocasionar problemas renais e hepáticos. Por isso, nunca dê o suplemento para o seu filho sem orientação médica.

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Quando é o momento ideal de colocar seu filho na escola?

Vivenciamos uma época em que a escolarização dos filhos é uma preocupação cada vez mais constante para os pais. Desde já, anunciamos que não existe idade ideal para colocar uma criança na escola. A idade de início da escolarização obrigatória, segundo a legislação brasileira atual, é aos 4 anos, mas os especialistas explicam que desde os 2 anos a criança já está apta a ir à escola.

O objetivo deste texto é apresentar alguns aspectos que devem ser levados em consideração para saber quando é o melhor momento para colocar o seu filho na escola.

As condições da educação infantil

Segundo a emenda constitucional n. 59, de 11 de novembro de 2009, há obrigatoriedade, por parte do governo, de educar os seus cidadãos dos 4 aos 17 anos. A educação infantil, fase primordial da educação básica, tem como objetivo o desenvolvimento integral da criança, em todos os seus aspectos, diz a lei.

Na escola, as crianças começam a aprender conceitos de números, letras e educação psicomotora, o que será essencial para obter o conhecimento posterior. Portanto, deve-se começar após os 2 anos. Entre 0 e 2 anos, colocar a criança na escola dependerá das condições da família.

Não há um indicador que determine se seu filho está pronto para ir à escola. Os especialistas estão de acordo de que as necessidades de desenvolvimento da criança devem ser avaliadas em diferentes áreas.

Todos os pais desejam que seu filho seja bem sucedido, e para isso, pensam que quanto mais cedo matriculá-lo numa instituição de ensino, mais êxito terá. Por um lado, isso pode ser verdade em parte, pois a socialização, a mediação da aprendizagem e o contato com ambientes diferentes estimulam o desenvolvimento cognitivo da criança.

Por outro lado, alguns pais ficam receosos em enviar os seus filhos muito cedo para a escola, pois temem que seus filhos possam desenvolver alguma patologia, já que possuem sistema imunológico frágil e estão em contato direto com outros seres humanos. Sabe-se que as vacinas que a criança recebe até primeiro ano só podem surtir melhor efeito após o segundo ano. Assim, ter cautela é importante.

Algumas instituições são aptas a receber crianças, de acordo com sua especialidade e idade dos alunos. Dessa forma, é possível matricular em creche, jardim de infância e colégio. Acompanhe as especificidades de cada uma.

A creche

Normalmente, a idade mais adequada para que seu filho comece ir para a creche é entre os 18 e 24 meses de idade. Leva-se em conta que, a partir dos 18 meses, o bebê possua mais autonomia: começa a caminhar, diz as primeiras palavras, aprende a brincar com outras crianças e o contato materno já não é tão necessário.

Especialistas indicam que, durante os primeiros anos de vida, o melhor lugar para seu bebê é a sua casa. A figura da mãe e do pai, ou na sua ausência, de uma figura representativa que o bebê possa tomar como referência durante seus primeiros anos de vida, é necessária para o desenvolvimento emocional do bebê.

Mesmo tendo contato com profissionais da creche, que oferecem cuidados maternos, eles não suprem as necessidades do seu filho, pois o importante é o desenvolvimento psíquico e oferecer ao bebê o que ele necessita em termos de afeto. Portanto, quando a criança tem menos de 2 anos, o recomendável é ficar em casa com seus pais.

De todo modo, se não se pode estar com a criança durante os primeiros anos de vida, deve-se colocá-lo numa creche. O lugar deve ser dirigido por profissionais especializados em atender a menores de 2 anos e que dê atenção individualizada e estimulante para que o bebê se sinta querido como se estivesse em casa. Uma boa pesquisa de mercado vale a pena.

O jardim de infância

No jardim de infância, a criança fica sob cuidado de profissionais especializados em ouvi-la e atender suas necessidades por meio de infraestrutura adequada tanto física quanto emocionalmente. Uma boa instituição deve ser sempre bem equipada, tanto em infraestrutura, quanto em pessoal.

Os laços da mãe com o filho, sobretudo nos primeiros anos de vida, são de fundamental importância para a sua constituição psíquica. Somente aquela mãe que não tem nenhuma outra alternativa pode pensar em separar-se do seu filho, colocando-o numa instituição.

Ainda assim, é preferível que a criança continue no seio familiar com tias ou avós. Contudo, se matricular o filho num jardim de infância é a única alternativa, a mãe pode fazê-lo sem culpa ou receio, pois é parte constituinte da sociedade moderna tal comportamento.

Se a mãe deseja enviar o filho para o jardim de infância, porque trabalha e não tem outra opção, sugere-se buscar espaços que deem opção de livre trâmite à criança. Além disso, esses locais devem incentivar a participação de mães, pais e avós nas atividades. Até os 3 anos de idades, a criança necessita de condições ideais para o seu desenvolvimento saudável. Enfim, o ambiente deve ser o mais acolhedor possível, mas já com algumas características de escola.

A idade dos 3 aos 5 anos é a melhor fase para a socialização no jardim de infância. Deve-se lembrar que, até a escola primária, não é interessante que se exija da criança mais do que ela possa dar, caso contrário ela amadurecerá precocemente.

As crianças são curiosas por natureza; deve-se estimular a curiosidade delas, mas não forçar a aprendizagem, com horários e disciplinas rígidos, nem fazer uso de repetições ou estímulo-resposta na aquisição de conhecimentos.

O colégio

Se já passou a fase do jardim de infância, o colégio é a opção. Aliás, é obrigação, segundo a lei. Há uma série de fatores sociais, acadêmicos e de desenvolvimento que devem ser considerados na hora de decidir matricular o seu filho na escola:

  • Entusiasmo para aprender. Ele gosta de explorar e descobrir coisas? O seu filho faz muitas perguntas? É persistente quando encontra alguma dificuldade?

  • Habilidades de linguagem. Sabe comunicar as suas necessidades? Expressa seus sentimentos de forma apropriada?

  • Habilidade de escuta. Consegue seguir instruções simples? Dá conta de ouvir uma história inteira sem interromper?

  • Desejo de independência. Consegue ficar longe dos pais durante o dia? Sabe cuidar dos seus objetos pessoais? Consegue seguir duas instruções seguidas? Cuida da higiene pessoal sem ajuda?

  • Habilidade de interação com outras crianças e adultos. Consegue dividir, participar de grupos e solucionar problemas com outras pessoas?

  • Habilidades motoras com as mãos. É capaz de segurar e utilizar o lápis? Sabe cortar com tesoura? Está aprendendo a escrever o nome?

  • Conhecimento básico de letras e números. É capaz de recitar o alfabeto e reconhecer algumas letras? Pode contar até 10 e identificar os números de 1 a 5?

Enfim, o ingresso da criança no sistema educacional representa um momento desafiante para as famílias. Não só para os protagonistas que são as crianças, mas para pais e mães. Ver seu filho sair de casa pela primeira vez, para ficar sob cuidados de terceiros, implica num ato de confiança muito importante.

Para decidir corretamente é muito importante dispor de boas informações, conhecer a instituição mais adequada para o seu filho, bem como os profissionais que ali trabalham. Uma vez decidido, cabe a você confiar e proporcionar condições para que a separação não seja tão forte para você e para ele. E que a escola possa ser um lugar aconchegante.

Esperamos que você tenha gostado de saber mais sobre a idade certa para colocar o seu filho na escola. Para ter acesso a outros conteúdos como este, siga-nos no Facebook, no Twitter e no Instagram.

4 dicas do que fazer no dia das mães

Uma mãe sempre está e sempre estará perto dos seus filhos nos momentos mais importantes. Seja ensinando a caminhar, a fazer as tarefas do colégio ou até mesmo sendo um ombro amigo para ajudar a enfrentar situações difíceis. Assim, o dia das mães deve ser uma data para agradecer e curtir momentos felizes.

Existem opções tanto para quem quer comemorar essa data em casa, com uma pequena festa, por exemplo, como para quem quer sair, podendo fazer passeios em parques e almoçar em restaurantes. O que não pode faltar é animação!

Quer algumas dicas sobre o que fazer no dia das mães? Acompanhe este texto e conheça quatro sugestões agradáveis para aproveitar essa data tão especial!

1. Organize um piquenique no parque

Quer fazer um passeio leve, divertido e saudável com seus filhos? Então, aproveite o dia das mães e faça um piquenique no parque da cidade. Monte uma cesta com bolos, sanduíches, salgados assados, sucos e frutas.

Escolha um local com sombra para ficarem protegidos do sol e, assim, curtirem melhor o piquenique. Aproveite a refeição e o ar puro do parque!

2. Faça passeios culturais pela sua cidade

No dia das mães as cidades geralmente possuem atividades culturais exclusivas para a comemoração dessa data. Centros culturais, teatros, museus e eventos musicais ao ar livre podem ser bastante convidativos. Dê uma olhada na programação da sua cidade e escolha o que mais te agradar.

3. Pegue a estrada e faça uma viagem

Se a ideia de comemorar o dia das mães na própria cidade não é muito interessante, que tal uma fazer uma viagem? Escolha uma cidade próxima à sua e leve toda a família para passear. Sempre há algo diferente para se conhecer e se fazer!

Se a sua cidade ficar perto de outra que seja praiana, a viagem pode ser ainda mais divertida. Já pensou em fazer um luau na praia? Leve algum instrumento — como violão — e convide a família para tocar e cantar os maiores sucessos que vocês conhecem. Solte a voz e desfrute da bela vista para o mar!

4. Abra uma danceteria em casa somente para o dia das mães

Se o dia das mães, para você, for sinônimo de música alta e de chacoalhar o quadril, então é uma boa ideia fazer uma danceteria em casa. Selecione as músicas dançantes que você mais gosta e tire o sofá da sala. Crie um espaço de dança na sua casa e deixe todos se divertirem.

Essas foram algumas sugestões para aproveitar o tão esperado dia das mães! É interessante que nesse dia todos os membros da família estejam reunidos para relembrarem e celebrarem momentos importantes. Por exemplo, fale sobre quando os filhos começaram a engatinhar, sobre as festinhas da escola e sobre tudo o mais que vier à sua mente, assim o dia vai ficar mais emocionante e cheio de boas recordações!

E aí, qual dessas atividades você achou mais interessante para o dia das mães? Conte para a gente deixando seu comentário neste post!

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