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3 técnicas para desenvolvimento psíquico das crianças

Os filhos crescem e se transformam em pessoas com capacidades que podem surpreender os pais. Alguns se apresentam confiantes de si e possuem muitas habilidades profissionais. Outros já são mais inseguros, e se acham incapazes de fazer até mesmo coisas simples. Bom, isso tem muito a ver com o desenvolvimento psíquico das crianças.

Pois os estímulos que os pequenos recebem durante a infância interfere, diretamente, no adulto de amanhã. Se eles leram menos, brincaram com poucos jogos cognitivos ou cresceram em ambientes hostis, são grandes as chances de não terem desenvolvido adequadamente sua psique.

Quer melhorar o destino do seu filho? Acompanhe este texto e conheça 3 técnicas para o desenvolvimento psíquico das crianças, que vão fazer delas pessoas geniais.

1. Leitura para desenvolver a linguagem

Além de ser uma atividade prazerosa para fazer com os filhos, a leitura tem um componente importante no desenvolvimento psíquico das crianças. Ela ajuda a trabalhar a memória, amplia o repertório da imaginação e é desencadeadora para o desenvolvimento da linguagem.

Com todos esses benefícios, ofereça alguns livros para seu filho ler. Se ele já estiver em idade escolar, converse com os professores pedindo sugestões de leitura adequadas para a idade do seu filho. Pergunte se pode comprar um livro ilustrado para seu filho, por exemplo.

Quando ele estiver lendo, faça perguntas sobre os personagens e enredo. Peça para seu filho descrever o que acontece no livro e o que ele achou de mais interessante até então. Assim, ele vai reparar no vocabulário que aprendeu e ter gosto pela leitura.

Mas não limite a capacidade de leitura apenas aos livros. Há situações do nosso dia a dia que podemos convidar as crianças para participar e, com isso, aumentar o potencial da linguagem.

Por exemplo, é o caso das compras de supermercado. Antes de ir às compras, peça para seu filho fazer a lista de mantimentos, escrevendo aquilo que você ditar para ele. Durante as compras, deixe que ele procure o nome de determinado produto no corredor do supermercado.

Enfim, existem inúmeros momentos no cotidiano que podem ajudar a desenvolver a psique das crianças. O importante é mostrar a elas, desde cedo, a necessidade da leitura para a nossa vida.

2. Frases para o autodesenvolvimento

Grande parte do desenvolvimento psíquico de uma criança está ligado ao que dizemos a ela. Se uma criança cresce em um ambiente em que se exige muito dela, podemos ter um indivíduo inseguro ou perfeccionista ao extremo. Se ela está habituada a um lugar de muito permissivo, podemos criar uma pessoa que se decepciona com muita facilidade.

Sendo assim, é preciso envolver as crianças com expressões que ajudam a formar sua identidade e a ter uma noção sobre os outros. Isso para que sua capacidade cognitiva não seja bloqueada por padrões de comportamento.

Por exemplo, é recomendável problematizar os rótulos que caem sobre as crianças. É muito comum acontecer de crianças chegarem em casa dizendo que foram chamadas de “burras”, ou “feias”, pelos colegas. Esse é o momento de você desmontar esses rótulos e dizer, por exemplo, que uma pessoa não é o que os outros pensam sobre ela.

3. Brincadeiras cognitivas

Sabe aquelas cantigas de roda? E aqueles jogos de esconder as coisas? Lembra da caça ao tesouro? Essas brincadeiras parecem ser despretensiosas, mas são técnicas poderosas e certeiras para o desenvolvimento psíquico das crianças.

Isso porque essas brincadeiras estimulam os processos de raciocínio, percepção e memorização dos pequenos. Essas brincadeiras fazem com que eles trabalhem as informações que recebem e são desafiados a se exercitarem mentalmente. A seguir, alguns exemplos de jogos cognitivos para você colocar as crianças para brincar.

Canções infantis

É muito difícil não encontrar uma criança que não goste de música. Então, aproveite esse interesse que elas têm e ofereça um oportunidade de aprimorar a memorização e rapidez de raciocínio.

Essa técnica pode ser usada da seguinte forma: convide a criança para escolher as músicas favoritas, deixe elas tocarem até certo momento e faça uma pausa na música. E então, peça para a criança continuar a cantar aquele trecho que falta.

Você também pode apresentar novas músicas para elas. Que tal mostrar aquelas cantigas de roda que você ouvia na sua infância? Com essa prática e outras, que se relacionam com a musicalização infantil, as crianças vão aumentar o repertório, além de se divertirem e deixar a memória bastante ativa.

O que tinha sobre a mesa?

Outra brincadeira cognitiva muito interessante é esconder objetos e pedir para a criança dizer o que sumiu. Por exemplo, coloque em cima de uma mesa algumas coisas que as crianças já conhecem. Pode ser um dos seus bichinhos de pelúcia favoritos, sapatinhos ou algum material escolar.

Essa brincadeira começa mostrando à criança os objetos que você escolheu para brincar. Peça a ela para memorizar o que está sendo exibido. Depois, convide-a para se virar e fechar os olhos. Enquanto isso, você esconde alguns ou mesmo todos os objetos.

Agora, fale com a criança para abrir os olhos e dizer o que está faltando sobre a mesa. Traga de volta cada objeto que ela acertou. O propósito é aprimorar a memorização da crianças.

Caça ao tesouro

Brincadeiras que envolvem investigação e curiosidade também são ótimas para estimar a psique infantil. A caça ao tesouro é um exemplo disso. Por meio das pistas, as crianças vão trabalhar as orientações que recebem e desenvolver a capacidade de resolver problemas.

Antes de iniciar esse jogo, adapte as pistas de acordo com a idade das crianças. Para jogadores mais jovens, escolha pistas mais óbvias e para os mais velhos algo mais avançado.

Quando for elaborar as pistas fique à vontade para fazer charadas, criar anagramas e frases incompletas. Pronto, coloque as crianças para buscar o tesouro!

O bom desse jogo é que você pode incluir outras brincadeiras cognitivas dentro da trama. Também pode apresentar brincadeiras de rua para as crianças. Assim, inteligência delas vai ser estimulada de diferentes maneiras.

Esses foram três métodos primordiais para o desenvolvimento psíquico das crianças. Mas fique atento para não oferecer conteúdo demais para elas, porque pode ser desestimulante. Pois, elas vão se sentir pressionadas e não conseguiram absorver tudo que recebem.

Você já utiliza algum desses métodos com seus filhos? Deixe seu comentário!

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3 dicas para manter um clima positivo no ambiente de trabalho

Quem quiser alcançar o sucesso com sua equipe sabe muito bem que o ambiente de trabalho interfere nesse processo. De nada adianta ter um grupo de colaboradores bem qualificados, uma ideia inovadora ou bons recursos se a atmosfera na empresa for desagradável. Daí a importância de manter um clima positivo na corporação.

Desarmar o pessimismo, dar incentivos e até mesmo ouvir mais os colaboradores são atitudes que indicam o caminho para um ambiente de trabalho mais acolhedor e eficiente.

Neste artigo, você vai conhecer 3 dicas para deixar o clima onde você trabalha mais favorável para grandes conquistas e bom rendimento. Confira!

1. Trabalhe com bonificação eventual

Sabe aquele colaborador cujo trabalho você tem acompanhado e tem percebido notável esforço para cumprir determinada meta? Dê um prêmio para ele!

Esse tipo de bonificação é extremamente eficaz para motivar funcionários que acabaram de chegar na empresa e ainda estão se adaptando à política corporativa. Essa tática também vale para aqueles colaboradores que estão sujeitos a uma nova demanda de metas na empresa.

Um detalhe é que essa bonificação deve ser eventual e ligada a um desempenho considerável do colaborador. Ela não pode ter uma habitualidade definida, pois dessa forma ela seria confundida como parte da remuneração e assim perderia a sua qualidade de incentivo.

Outro detalhe é que esse tipo de bonificação não obrigatoriamente precisa ser em dinheiro. Pode ser a ampliação de dias de férias, um jantar em um bom restaurante ou uma entrada para um show musical. Ainda, dependendo do perfil do colaborador, você pode agraciá-lo com pequenos presentes.

2. Receba sugestões

Muitas vezes para reverter o clima de pessimismo na empresa, o gerente de Recursos Humanos já aplicou diversas dinâmicas e metodologias, mas não obteve sucesso. Talvez seja a hora de deixar que os colaboradores também participem do processo. Então, convide-os para dar sugestões.

Esse método é bastante eficiente, pois envolve os colaboradores no processo de construção do clima organizacional e funciona como uma recompensa.

Peça a eles algumas sugestões para serem aplicadas naquele ambiente. As ideias apresentadas que forem econômicas e criativas serão as mais cotadas para serem aceitas.

É importante que o gerente de Recursos Humanos informe a cada colaborador que deu uma sugestão sobre o status do pedido. Diga se está sendo analisado, se foi aceito ou não. Isso porque se a proposta for aprovada, o colaborador vai se sentir parte da empresa e com isso disseminar um clima positivo na organização.

3. Ofereça momentos de descontração

Geralmente o clima do trabalho fica carregado, porque os colaboradores estão tensos demais. Deixe-os relaxar um pouco. Ofereça um momento de encontro para que eles conversem sobre outros assuntos e troquem ideias. Você pode fazer um almoço ou promover a famosa hora do café.

Momentos de confraternização como esses contribuem para um melhor relacionamento e comunicação da equipe. Eles vão poder conversar sobre eventuais tensões que comprometem o clima positivo da empresa. Além do mais, nesses tipos de evento é possível melhorar o networking.

Com essas três dicas você vai produzir um clima mais positivo no seu ambiente de trabalho. De qualquer maneira, é sempre bom desenvolver a confiança com a sua equipe. Trabalhe a ideia de responsabilidade com seus colaboradores. Explique que cada um tem uma função primordial para o sucesso de todo o grupo. Assim, a atmosfera de trabalho vai ser preenchida com muito comprometimento.

Para já começar a espalhar um clima positivo ao seu redor, que tal compartilhar este artigo com seus amigos nas redes sociais?

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Saúde infantil: 12 doenças mais comuns no verão e como evitá-las

Dia 21 de dezembro chegou: e é a partir dessa data que o verão começa oficialmente. A época mais quente do ano exige cuidados com a sua saúde e a das crianças, pois o calor possui as condições ideais para a ocorrência de certas doenças que acometem a saúde infantil.

Neste post, listamos as 12 doenças mais comuns no verão. Continue a leitura para saber quais são elas,

1. Desidratação

A desidratação acontece quando o corpo perde uma grande parte dos seus líquidos e sais minerais. Diariamente, essa perda é de 2,5 litros por meio de suor, urina, saliva e fezes. A desidratação é caracterizada quando essa média de perda de líquidos supera o normal, provocando sede excessiva, pouca urina, mucosas e olhos ressecados e aumento da irritabilidade.

A desidratação é combatida com a ingestão de líquidos (principalmente água), além do uso de roupas leves e a exposição adequada ao sol.

2. Micose

A micose é um tipo de infeção causada pela proliferação excessiva de fungos em algumas regiões do corpo, principalmente as que ficam mais quentes e úmidas — virilha, axilas, dobras do corpo e entre os dedos dos pés.

Essas regiões devem ser higienizadas com o dobro de atenção no verão. Além disso, devem estar sempre secas. Durante o verão, faça com que as crianças usem roupas leves e não compartilhem calçados e toalhas com outras pessoas. Recomenda-se também não andar descalço em ambientes públicos.

3. Bicho geográfico

O bicho geográfico, nome popular para a larva migrans, costuma se instalar na região do pé. Ele entra por meio de cortes ou feridas, se deslocando por baixo da pele e provocando coceira intensa no local.

Essa larva costuma estar presente em regiões como gramados e terrenos arenosos, chegando até lá por meio das fezes de animais. Para evitar que a criança seja contaminada pelo bicho geográfico, recomenda-se andar calçado em locais públicos.

4. Intoxicação alimentar

No verão, costumamos sair mais com nossos filhos, levá-los aos parques e em viagens de férias. Esse tempo que passamos longe de casa nos obriga a comer na rua, o que pode provocar intoxicação alimentar.

Esse tipo de intoxicação acontece por meio de alimentos contaminados — geralmente pela má conservação por causa da temperatura. Após a ingestão desses alimentos, a criança sente náusea, apresenta diarreia, vômitos, desidratação e febre.

Para prevenir a intoxicação alimentar, evite as comidas de ambulantes e os alimentos que contenham ovo, maionese e peixe — principalmente se você não souber a procedência deles.

5. Dengue

O verão é a estação em que o Aedes aegypti encontra as características perfeitas para se reproduzir. Fique de olho nos sintomas da dengue, que são: manchas e dores no corpo, febre e um cansaço extremo.

É possível evitar a dengue de algumas maneiras: retire recipientes com água parada — local de reprodução dos mosquitos —, use repelente e feche portas e janelas ao entardecer.

6. Brotoeja

A brotoeja é uma forte irritação cutânea causada pela obstrução das glândulas sudoríparas. Ela é causada pelo uso de cremes ou de roupas muito fechadas, que impedem a transpiração completa da nossa pele. Até mesmo o uso do filtro solar pode resultar no aparecimento da brotoeja, que surge em regiões com dobras.

O combate ao aparecimento das brotoejas se dá pelo uso de roupas leves, de filtros solares em spray ou em gel, além da permanência em ambientes arejados.

7. Conjuntivite

A inflamação de uma fina membrana que reveste o globo ocular é conhecida como conjuntivite. Desencadeada por agentes tóxicos, alergias, vírus ou bactérias que se propagam na água e contaminam os olhos, a conjuntivite provoca inchaço, ardência, coceira e outros sintomas em quem é contaminado.

Para evitá-la, faça com que a criança não compartilhe objetos pessoais, evite coçar os olhos e esteja sempre com as mãos e o rosto lavados.

8. Insolação

A exposição exagerada ao sol sem o uso de protetor solar, sobretudo no verão, e a permanência em ambientes muito quentes, com excesso de roupas em dias de calor, são extremamente prejudiciais à saúde infantil e as principais causas da insolação em crianças nessa época do ano.

A insolação é um dos sintomas antecessores da desidratação causada pela perda excessiva de água e de sais minerais por meio da transpiração. Geralmente isso ocorre por conta da pouca ingestão de líquido e pela falta de alimentação por longos períodos.

Esse transtorno ocorre pela desregulação térmica do corpo, que pode ultrapassar os 39,5ºC, mas que nada tem a ver com reação febril. Mais comum em dias de temperaturas altas, esse sintoma também pode ocorrer na sombra e em dias nublados, principalmente em crianças pequenas e bebês.

Além da perda excessiva de líquidos, a insolação pode causar irritabilidade e desconfortos nos pequenos, incluindo queimaduras na pele, cansaço, fraqueza, dores de cabeça, náuseas, vômitos e até desmaios.

9. Queimaduras de pele

Entre os casos mais graves causados pela insolação, estão as queimaduras de pele — provocadas pela exposição prolongada ao sol e pela falta do uso de protetor solar — principalmente na praia, na piscina, no clube ou durante as brincadeiras ao ar livre.

Queimaduras mais brandas são caracterizadas pela pele avermelhada e quente. Em situações mais graves, podem provocar febre, inchaço e bolhas. Nesses casos, recomenda-se aplicar compressas de água fria várias vezes ao dia, por cerca de 15 minutos, para aliviar a área afetada. Mas evite usar gelo ou água muito gelada, pois podem prejudicar ainda mais o ferimento.

10. Febre Chikungunya/Zika

Transmitidas pelo mesmo mosquito da dengue, o Aedes aegypti, e também pelo Aedes albopictus, que encontram nas águas paradas de verão o ambiente ideal para se reproduzirem, tanto a Chikungunya quanto a Zika são caracterizadas por febres e dores intensas pelo corpo.

A primeira provoca dores nas articulações das mãos e dos pés — dedos, pulsos e tornozelos —, também causa dores de cabeça, nos músculos e manchas avermelhadas na pele, e pode levar até 12 dias para se manifestar. A segunda gera sintomas ligeiros de uma semana, como erupções cutâneas, conjuntivite, mal-estar e é uma das principais causas da microcefalia em bebês.

11. Leptospirose

As chuvas constantes de verão, e, por consequência, os alagamentos em vias públicas, escondem uma das doenças mais preocupantes: a leptospirose. Causada por uma bactéria presente na urina dos ratos — que misturada às águas pluviais entra em contato com a pele humana —, a doença causa febres, dores musculares intensas e olhos amarelados, podendo evoluir para insuficiência renal e até a morte.

12. Otite

São infecções no ouvido causadas por fungos e bactérias presentes na água contaminada de piscinas, lagos e do mar. Ela é caracterizada por dores intensas, desconforto e por zumbidos no ouvido da criança. Para evitar o problema, o recomendado é não deixar os pequenos por muito tempo na água e secar bem os ouvidos — de preferência com uma toalha e nunca com cotonetes. Em casos mais graves, procure um médico.

Apesar do verão ser uma estação propensa a muitas doenças, vale ressaltar que as crianças não podem ser privadas dos seus momentos de diversão. Assim, tente conciliar a diversão delas com os bons hábitos de proteção e prevenção.

Agora que você já conhece as doenças infantis que podem ocorrer no verão e já sabe as principais complicações delas para a saúde infantil, compartilhe este post nas suas redes sociais para que outras mães também possam ficar preparadas!

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Empreender ou seguir carreira como empregado? Veja 6 diferenças

Está pensando em empreender? Para quem tem filhos pequenos e precisa dar conta de muita coisa, essa pode, sim, ser uma boa ideia. No entanto, como tudo na vida, ser dono do seu próprio negócio possui seus riscos — o que ocorre em uma proporção bem menor quando se é empregado.

Essa é a dúvida de muitas mães que trabalham com horários fixos em uma empresa, mas gostariam de ter mais tempo para cuidar da educação dos filhos e dar mais atenção a eles.

Para lhe ajudar a solucionar esse dilema, neste post, falaremos das vantagens e desvantagens de ser um empreendedor ou empregado, e também das responsabilidades que cada situação apresenta. Continue a leitura!

1. Riscos

Esse é o principal temor de quem está pensando em empreender: os riscos do negócio. O medo de perder o dinheiro que foi investido, todo o tempo e trabalho duro é completamente normal. Afinal, ter uma boa ideia, fazer uma pesquisa de mercado e planejar tudo está diretamente ligado ao empreendedor.

Por outro lado, se o empreendedor assume todos os riscos do negócio, o empregado tem como principal vantagem justamente não ter que arriscar em nada. Ainda que o negócio não prospere, os direitos trabalhistas estarão assegurados.

2. Horários

Essa é uma das grandes vantagens de ser o dono do seu próprio negócio: você não precisa cumprir horários fixos. Caso você precise passar um turno em casa ou mesmo o dia inteiro, em situações especiais, isso é viável. Dessa forma, é possível passar mais tempo com os filhos sem se preocupar em ficar sem emprego.

Porém, não ter horários fixos para trabalhar também pode ser uma desvantagem e fazer com que você se descuide um pouco do seu trabalho. Então, não permita que isso aconteça! A liberdade de ser seu próprio chefe exige uma grande responsabilidade.

Agora, caso você opte por ser empregado, não terá a liberdade de sair para o trabalho a hora que quiser e isso pode ser um problema, especialmente para quem tem filhos pequenos. Vários contratempos podem surgir e você terá que deixar várias coisas para resolver depois.

3. Autonomia

Ao optar por empreender, você pode fazer as coisas da forma que achar melhor e, se não der certo, não precisará dar satisfações e explicações a outras pessoas a não ser a si mesmo. Certamente, essa é uma excelente vantagem!

4. Estabilidade financeira

Se você for empregado, faça chuva ou faça sol, você terá um salário fixo. As comissões podem até variar, mas o salário-base será sempre o mesmo. Assim, é possível fazer planos com maior estabilidade, sabendo quanto vai receber todos os meses.

5. Crescimento na empresa

Quem é empregado quer ter uma carreira, ganhar conhecimento e experiência para ser um profissional requisitado e bem remunerado. Mas se a empresa não oferece oportunidades de crescer dentro dela, você pode ficar estagnado por muito e muito tempo.

6. Responsabilidades

O empreendedor terá uma carga de responsabilidade muito maior e isso é fácil de perceber, já que é ele quem assume todos os riscos. Além disso, ele também é o responsável por pagar todos os tributos e providenciar a resolução de toda a burocracia necessária para manter o negócio legalizado.

O empregado também possui uma série de obrigações, como, por exemplo, chegar no horário correto, ficar atento às responsabilidades concernentes a sua função,  além de solucionar alguns pequenos problemas que podem vir a acontecer dentro da empresa, onde a ética e o profissionalismo devem estar sempre em primeiro lugar.

E então, conseguimos lhe ajudar a escolher entre empreender ou ser empregado? Gostou das nossas dicas? Então assine a nossa newsletter e receba em primeira mão outros conteúdos como este!

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Vem ver essas 8 dicas para organizar um chá de bebê!

Chegou a hora de fazer o chá de bebê! A barriga da futura mamãe está bem grande e a ansiedade para conhecer o pequeno já está a mil. E é nessa hora que as dúvidas aparecem! Como organizar um chá de bebê? Quem ficará responsável? O que servir? Quem convidar?

Para te ajudar nessa tarefa mais do que especial, listamos 6 dicas incríveis, com muitas tendências e ideias simples que vão fazer com que o chá de bebê seja inesquecível! Confira!

1. Decida quem deve organizar um chá de bebê

Embora não seja regra, a tarefa de organizar um chá de bebê fica a cargo das irmãs / irmãos, tias / tios, madrinhas / padrinhos e amigas / amigos do casal. Afinal, seria um desafio para a futura mamãe organizar um evento com a gravidez avançada, não é mesmo?

O primeiro passo, então, é definir quem serão os responsáveis pelo chá de bebê. O ideal é que um grupo possa dividir essa função. Assim, ninguém fica sobrecarregado. Uma dica: que tal convidar a futura mamãe para participar como “conselheira” desse grupo? Essa é uma boa ideia para integrá-la na organização, sem deixá-la sobrecarregada de funções!

2. Monte a lista de convidados

A lista de convidados depende muito do tipo de festa. Um chá de bebê pode ter diversos formatos, que vão desde pequenas reuniões caseiras, somente para a família e para os amigos mais próximos, até os eventos maiores, realizados em salões de festas, com uma grande lista de convidados.

O ideal mesmo é que, independentemente do tipo de chá de bebê, familiares mais próximos, como o pai, os avós, os irmãos e os amigos estejam presentes. Afinal, eles acompanham a gestação de perto e fazem parte da história do casal!

3. Defina o tema do chá de bebê

O tema do chá de bebê pode ser algo simples, como uma cor, um estilo, uma frase… O que vale é a criatividade! Entre as principais tendências para os chás de bebê, estão:

Brunch

Quando o chá de bebê acontece na parte da manhã (entre 10h e 11h) e conta com um cardápio recheado de comidas típicas do café da manhã.

Chá de bar

O lugar escolhido é um bar, uma lanchonete ou um restaurante. Essa é uma ótima pedida para reunir toda a turma!

Chá cultural

Já pensou o quão legal seria se todos os presentes para o seu bebê fossem livros infantis, CDs e filmes? Essa é uma ideia inovadora para chás de bebê, e contribui para o desenvolvimento da criatividade e do lado intelectual da criança.

4. Escolha o tipo de convite

Uma boa pedida é o convite digital. Dá para fazer um convite bem bonito usando aplicativos simples como o Canva ou o Red Stamp e enviá-los por e-mail ou pelas redes sociais aos convidados! Outra opção é criar um evento no Facebook e convidar todo mundo por lá. Não se esqueça de incluir a data, o local e o horário do chá de bebê no convite.

5. Faça uma lista de presentes

Uma dúvida muito comum na hora de organizar um chá de bebê é definir a lista de presentes. Esses eventos têm como objetivo final ajudar o casal com o enxoval do bebê. Sendo assim, peças de vestuário, decoração, fraldas e objetos para a amamentação do bebê são muito bem-vindos.

Para montar uma lista de presentes perfeita, peça ajuda dos futuros papais. Afinal, eles sabem melhor do que ninguém o que já foi comprado para o bebê. Dicas de itens que não podem ficar de fora da sua lista de presentes: mantassacos de dormirnaninhas personalizadastoalhas e cesta maternidade.

6. Monte o cardápio ideal

O tema definido para o chá de bebê pode ajudar na escolha do cardápio da festa. O estilo vintage, por exemplo, está super em alta para a decoração.

Uma tendência para chá de bebê é investir em um cardápio no estilo finger food, ou seja, petiscos e lanches que podem ser comidos com as mãos. Outra opção bem legal é a substituição do bolo tradicional por cupcakes, que podem ser decorados com o tema da festa. Frutas cortadas e espetadas em palitos, pequenos sanduíches e doces de colher também são ótimas pedidas!

7. Escolha as brincadeiras

Um chá de bebê sem brincadeiras não tem graça não é mesmo? Se você já foi em algum sabe que elas são necessárias para animar a festa e aumentam a interação entre os convidados. Sem ideias? Então nós vamos te dar algumas:

Adivinhar o presente

A futura mamãe deve adivinhar o presente antes de abri-lo e, caso não consiga, deve pagar uma prenda escolhida pelos convidados.

Palavra proibida

Vamos supor que a palavra proibida seja fralda e todos os seus convidados recebem um item no início da festa (pode ser um pirulito, um doce diferente, o que você achar melhor). Se um convidado falar a palavra proibida, ele perde o item para aquele que estava mais próximo.

Bingo

Sim, o clássico bingo pode fazer parte das brincadeiras de um chá de bebê. Você pode customizar as cartelas colocando figuras que lembram coisas de criança. Em vez de feijões ou peças pretas, pode usar peças coloridas como botões de bebê, por exemplo;

8. Monte a decoração

Em um chá de bebê, não há a necessidade de ter uma decoração muito bem elaborada, muito menos cara. Os pais podem usar as dicas da internet para ajudar a montar os enfeites da festa, as lembrancinhas e tudo mais. O importante é deixar o ambiente aconchegante — de forma que os convidados possam se sentir completamente à vontade.

A palavra de um evento como esse é economia. Afinal, os pais estão querendo presentes para montar o enxoval do bebê, e não gastar ainda mais, não é mesmo? Portanto, sem exageros! Sendo assim, existem alguns itens que são dispensáveis, mas outros não podem ficar de fora — de maneira alguma. Veja abaixo quais são eles:

  • Arranjo de flores para decorar as mesas.
  • Copos e guardanapos coloridos.
  • Bexigas coloridas e, se possível, estampadas.
  • Balas e jujubas: dentro de potes de vidro.

Outra boa dica de decoração é conseguir patinhos de borracha, bichinhos de pelúcia e outros brinquedos típicos de crianças para enfeitar o ambiente. Você pode pedi-los emprestado para os amigos, sem a necessidade de um investimento.

Você já sabe como organizar um chá de bebê? Solte a sua imaginação e conte-nos as suas ideias!

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14 dicas para estimular o bebê a caminhar

Cada fase da infância dos filhos traz novos conhecimentos, expectativas e surpresas, não é? E uma das coisas mais esperadas pelos pais são os primeiros passos da criança. Afinal, essa nova habilidade lhe permite um novo mundo de experiências.

De fato, andar é um marco de desenvolvimento, assim como falar, por exemplo. Além de ser delicioso acompanhar seu filho descobrindo o mundo de uma nova forma, aprender a andar é um grande passo — literalmente — para a independência da criança.

Não existe uma data certa para os primeiros passos, que variam bastante de criança para criança. A idade esperada pode variar entre os 10 e 18 meses — estando dentro dessa faixa, não há motivos para preocupação.

De qualquer forma, o importante é entender o tempo da criança, dar a devida atenção a essa nova atividade e estimular o bebê a caminhar da melhor maneira possível. E, para isso, confira a seguir essas 14 dicas especiais para essa fase!

1. Não compare seu filho a outras crianças

Com certeza, você vai ouvir muitas histórias de bebês que começaram a andar bem cedo. Mas, se isso não acontecer, não é preciso entrar em pânico!

Afinal, não adianta comparar: cada criança tem o seu tempo de começar a andar, e isso é normal. Tentar apressar as coisas só vai prejudicar o bebê.

2. Proteja o ambiente para se preocupar menos

Sabe-se que quinas, objetos quebráveis e tapetes podem causar acidentes nessa fase — tanto para o bebê quanto para a própria casa. Então, para evitar maiores riscos e preocupações, fique sempre atenta a elementos de decoração que possam causar problemas. Dessa forma, o bebê (e os pais) ficam mais seguros

3. Deixe o bebê livre para explorar

Sabemos que isso pode deixar os pais ansiosos, mas é preciso permitir que o bebê explore o espaço. Deixe que toque os objetos e descubra as melhores rotas nos cômodos, que toque e sinta com os pés o chão. Tudo isso vai estimular o bebê a caminhar e ajudá-lo a alcançar seus primeiros passos.

4. Não o assuste

É claro que é assustador para qualquer mãe ou pai ver seu filho fazendo algo novo desse jeito. Contudo, lembrem-se que vocês são a sua segurança no mundo, e que, principalmente nesses momentos, eles precisam sentir isso.

Portanto, mesmo que estejam ansiosos, tentem não transmitir esse sentimento para a criança. Mesmo se ocorrer algum problema, procure sempre atender e ajudar sem desespero ou ansiedade.

5. Crie formas de incentivo

Uma boa maneira de fazer com que o seu filho se aventure a ficar de pé é inventar pequenos desafios que o incentivem. Vocês podem, por exemplo, ficar a uma certa distância da criança e chamá-la para perto. Brinquedos e outros objetos chamativos também podem ser usados para atraí-la.

6. Ofereça uma mãozinha

Literalmente! As crianças gostam de segurar na mão dos pais para começar a andar. Dessa forma, eles se sentem mais seguros e ficam mais firmes, o que ajuda muito no início. Com o tempo, você pode ir soltando a mão aos poucos, sentindo o avanço do bebê.

7. Leve a criança para outros lugares

Um passeio no parque, uma visita à praia ou uma caminhada no calçadão podem ser ambientes interessantes para estimular o bebê a andar. Afinal, a mudança de espaço e as novidades desse lugar podem servir como incentivo para distraí-la e chamar a sua atenção para tentar alguns passos.

8. Esqueça o andador

Trata-se de um mito a ideia de que o andador realmente ajuda a criança a dar seus primeiros passos. Além de impedir uma fase importante do desenvolvimento — o engatinhar —, esse aparelho ainda é responsável por diversos acidentes com crianças.

9. Utilize brinquedos de empurrar

Diferente do andador, brinquedos que precisam ser empurrados podem ser uma boa forma de incentivar a criança a ficar de pé e experimentar alguns passinhos. Esses são chamados, inclusive, de tutores.

10. Estimule-o desde cedo por meio de brincadeiras

Todas as fases que antecedem os primeiros passos são primordiais para que seu bebê consiga chegar lá. Por isso, é importante estimulá-lo desde cedo, principalmente com brincadeiras.

Nesse sentido, é interessante pensar em atividades em família, e que façam com que a criança precise engatinhar, rolar, pegar objetos, levantar o tronco. Essa é uma boa maneira de treiná-lo para quando ele começar a andar.

11. Deixe o bebê alcançar coisas sozinho

Outra maneira simples de estimular o bebê a caminhar é incentivá-lo a tentar alcançar os objetos que quiser, em vez de entregá-lo tudo de primeira.

Os brinquedos são perfeitos para isso. Aproveite o espaço que ele tem para brincar e, quando notar que ele quer algum objeto, incentive-o a tentar alcançá-lo por conta própria.

Assim, ele pode não conseguir andar, mas só o incentivo a dar esses passinhos já vale a pena e ajuda no seu desenvolvimento.

12. Tenha atenção para os calçados

Ficar descalço é a melhor opção para o seu filho começar a andar. Além de ter uma boa aderência dessa maneira — deixando-o mais firme e confiante — o contato direto com o chão também é um componente importante da experiência.

Para os dias frios, uma boa opção é usar meias antiderrapantes. Já nos ambientes em que o bebê não pode ficar sem calçados, evite sapatos duros demais, e opte sempre pelos mais macios e flexíveis.

13. Deixe o bebê mais firme

Um truque que pode parecer estranho, mas que ajuda bastante o bebê, é amarrar um cachecol ou algum tipo de faixa na altura do peito dele, embaixo dos braços. Isso ajuda a deixar o tronco da criança mais firme, facilitando a nova postura ereta e o deixando mais seguro para andar.

14. Tenha um ambiente amplo e com apoios

Por fim, há duas coisas dentro de casa que podem facilitar a caminhada do bebê: ter um espaço com poucos obstáculos e rotas amplas para ele explorar. Nesse sentido, é melhor dispensar decorações e móveis que fiquem no caminho e que podem machucá-lo.

Ainda assim, pode ser interessante ter alguns móveis grandes, em que ele possa se apoiar — como um sofá, por exemplo. Enfim, não é tão difícil, não é mesmo? Com esses pequenos ajustes e dicas, com certeza será mais fácil estimular o bebê a caminhar e conquistar essa grande habilidade.

Tendo essas dicas em mente, o importante é aproveitar ao máximo essa época de experimentações e descobertas junto do seu bebê. Afinal, essas fases passam rápido e, depois, deixam saudade!

E aí, gostou das nossas dicas? Já experimentou alguma delas? Então aproveite para compartilhá-las nas suas redes sociais!

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6 maneiras inovadoras de gratificar e motivar seus funcionários

Todos nós precisamos ser motivados, não importa em que cargo trabalhamos. Essa é uma das funções do gestor da empresa ou mesmo do setor de RH. Existem diversas maneiras para que isso seja feito, e essa é uma das ferramentas essenciais que uma empresa precisa para fazer com que os empregados trabalhem da melhor maneira.

Quer saber como motivar funcionários na sua empresa? Então veja as dicas que selecionamos para você neste post!

1. Reconheça o valor de cada um

Não é bom quando você realiza um trabalho e alguém reconhece todo o esforço que você teve? Com os seus funcionários acontece da mesma forma. Se alguém realizou um bom trabalho ou teve uma ideia inovadora, por que não elogiar? A empresa só tende a crescer com isso.

2. Ofereça cursos

Você quer que os seus funcionários ajudem a empresa a se desenvolver e acredita no potencial deles? Então por que não investir nisso? Aprender coisas novas é sempre uma boa maneira de nos manter motivados e, além de tudo, isso também acaba refletindo na produtividade e no sucesso do seu negócio.

Ofertar cursos de atualização é importante, também, porque, dependendo do valor, muitos funcionários podem não ter condições financeiras para realizá-lo. Se a empresa tomar a frente da situação, todos os colaboradores terão as mesmas condições de se atualizar e buscar melhores condições dentro da organização.

3. Abra espaço para a comunicação

Você pode ter grandes empreendedores entre os seus funcionários e está desperdiçando muitas ideias geniais deixando-os apenas fazer o trabalho e ir embora. Coloque uma caixa de sugestões, realize reuniões e dê voz a todos. Cada um entende um pouco mais sobre o setor no qual trabalha. Quando são ouvidos, os funcionários se sentem mais motivados e entendem que realmente fazem parte da empresa.

4. Aumente a remuneração

Por que não aumentar o salário dos funcionários que já podem ter dado muitos lucros à empresa, mesmo que indiretamente? Esse é, sem dúvidas, um excelente incentivo para que eles continuem fazendo um bom trabalho na empresa. Caso esse aumento não seja possível, que tal oferecer uma viagem? Certamente eles se sentirão gratificado!

5. Ofereça feedbacks construtivos

Criticar um funcionário por algo que saiu errado não é a melhor maneira de motivá-lo a fazer da forma correta da próxima vez, especialmente se você fizer isso na frente dos colegas de trabalho.

A melhor opção é chamá-lo em particular e conversar com ele. Primeiramente, pergunte os motivos pelos quais o colaborador realizou a tarefa daquela maneira, pois pode ser que ele tenha um bom motivo por trás da ação. Caso a resolução da situação não tenha sido a melhor, que tal mostrar a ele a sua alternativa e por que ela é mais interessante? Assim, o funcionário entenderá a conversa como algo positivo e não como uma reclamação do chefe.

6. Dê presentes

Que tal oferecer presentes ou lembrancinhas para parabenizar aquele funcionário que fez algo de destaque ou inovador dentro da empresa? Pode ser uma caixa personalizada ou mesmo cestas com vários brindes dentro e com o logotipo da empresa. Essa é também uma ótima maneira de incentivá-lo sem gastar muito.

Gostou das nossas dicas? Tem mais ideias de como motivar funcionários? Compartilhe-as conosco nos comentários!

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3 receitas simples para você preparar no Natal ou Ano Novo

Nas festas de final de ano, apesar de querermos fazer uma ceia excelente, pode faltar inspiração e tempo para cozinhar o melhor cardápio. Por isso, neste post, selecionamos 3 receitas simples para o Natal e Ano Novo para que sua ceia seja inesquecível. Confira!

1. Antepasto de berinjela

Essa receita é excelente para uma entrada bonita e saborosa.

Ingredientes

  • 3 berinjelas

  • 1 pimentão amarelo

  • 1 pimentão vermelho

  • 3 cebolas cortadas ao meio e depois fatiadas em meia lua

  • 200g de azeitona chilena

  • 150ml de azeite

  • 200ml de vinagre

  • 6 dentes de alho

  • Orégano

  • Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo

O preparo é bastante simples. Primeiramente, fatie as berinjelas longitudinalmente e coloque-as de molho na água com sal por 30 minutos, para retirar a acidez. Enquanto isso, fatie os demais ingredientes. Os pimentões devem ser fatiados formando tiras com 0,5 cm de espessura e depois cortadas ao meio, para não ficarem muito compridas. Fatie também as cebolas.

Seque as berinjelas e corte-as em palitos de 1 cm de espessura. Divida os palitos em 3, para não ficarem muito compridos. Agora é só misturar esses ingredientes em um tabuleiro, temperar com azeite, vinagre, alho triturado, orégano, sal e pimenta do reino e levar ao forno por 2 a 3 horas, até que todos os ingredientes fiquem bastante desidratados.

A intervalos regulares de tempo, abra o forno e mexa o antepasto, para não grudar no tabuleiro. Para finalizar, acrescente as azeitonas e hidrate com bastante azeite. Sirva com torradas ou pão sírio.

Essa receita é simples e, enquanto ela fica pronta no forno, você pode preparar o prato principal da ceia.

2. Bacalhau fácil

Festas de Natal e Ano Novo sem bacalhoada não têm a mesma graça. Por isso, escolhemos uma receita simples para não faltar um dos mais importantes pratos do cardápio das festas de fim de ano.

Ingredientes

  • 1kg de bacalhau para desfiar

  • 1 folha de louro

  • 2 dentes de alho

  • 2 cebolas cortadas em tiras

  • 3 tomates picados

  • 200g de batatas cozidas

  • Azeitonas pretas

  • Ovos cozidos

  • Azeite

Modo de preparo

Primeiramente, é preciso dessalgar o bacalhau. Depois de dessalgado, coloque-o em uma panela fora do fogo, com água previamente fervida. Tampe a panela e reserve por 20 minutos. Depois escorra a água e desfie o bacalhau.

Em outra panela, faça o molho, refogando no azeite o alho, a cebola, os tomates e o louro. Em um tabuleiro, coloque o bacalhau, cubra com as batatas cozidas e, por fim, despeje o molho. Leve ao forno por 10 minutos e pronto!

3. Mousse de chocolate com abacate

Essa mousse é super fácil de fazer e atende a pessoas com restrições alimentares. É uma ótima opção de sobremesa para as festas de fim de ano, caso alguém da sua família não possa ingerir lactose.

Ingredientes

  • 2 abacates pequenos

  • 3 colheres de cacau

  • 5 colheres de mel ou açúcar mascavo a gosto

  • Castanhas do Pará e nozes trituradas

Modo de preparo

Bata os abacates no liquidificador até formar uma massa homogênea. Acrescente o cacau e o mel e misture bem. Distribua a massa do mousse em pequenas taças e leve à geladeira por 30 minutos. Depois é só cobrir com as castanhas e as nozes, para decorar e dar crocância à sobremesa.

Sua ceia estará completa com essas receitas simples para o Natal e Ano Novo. Gostou? Então assine nossa newsletter e fique por dentro dos melhores conteúdos para você e para a sua família!

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5 dicas incríveis para organizar um evento corporativo

Reunir funcionários e gestores para definir metas, apresentar novos produtos ou comemorar resultados atingidos. Essas são algumas situações que podem ser o motivo para a realização de um evento corporativo. Independentemente do ramo de atuação da empresa, esse tipo de evento exige cuidados redobrados, pois ele pode transmitir a maneira que a empresa lida com seus objetivos e relacionamentos.

Para fazer um evento corporativo de sucesso é preciso seguir alguns passos. Como, por exemplo, antecipar o planejamento, contratar fornecedores confiáveis e elaborar uma estratégia de divulgação certeira.

Quer saber mais sobre o assunto? Então acompanhe este artigo e conheça 5 dicas primordiais para organizar um evento corporativo que todo mundo vai adorar!

1. Defina uma estratégia

O que pretendo com esse evento e qual vai ser o público de interesse? Essas devem ser as questões iniciais para você começar a planejar o evento corporativo. Existem várias estratégias que vão depender do perfil de evento.

Por exemplo, o objetivo é apresentar um produto inédito? Então, planeje um material informativo e canais eficientes de interação com o público. Essa é uma maneira de garantir que ninguém vai sair do evento sem entender o que foi apresentado.

2. Faça um planejamento antecipado

Um evento corporativo tem que ser planejado com antecedência. Ainda mais quando a sua realização vai depender da autorização dos superiores. Observe se a data marcada para o evento não vai coincidir com datas comemorativas tradicionais. É crucial que grande parte das pessoas tenha uma agenda favorável para comparecer ao seu evento. Defina bem antes o local onde o evento vai ocorrer e entre em contato com fornecedores tanto do buffet quanto dos aparelhos de imagem e som, por exemplo.

Depois de fazer esse levantamento, apresente o planejamento e o orçamento final aos superiores. É preciso saber quanto a empresa vai aprovar.

3. Contrate uma empresa confiável para seu evento corporativo

Encontrar fornecedores que atendam a suas demandas é um sinal de um evento de sucesso. Então, faça uma pesquisa, destaque aqueles já conhecidos por você ou peça recomendações. É importante avaliar o portfólio e a cartela de clientes. Depois, compare os orçamentos de cada opção.

Com o fornecedor escolhido, repasse a ele as orientações necessárias. Não esqueça de marcar uma reunião com o fornecedor dias antes do evento, preferencialmente no local, para acertarem como tudo deve ocorrer no dia. Assim, evitam-se grandes imprevistos.

4. Divulgue o evento para seu público

Já está tudo planejado e aprovado? Então chegou a hora de divulgar! Pesquise qual seria o meio mais eficaz de comunicação com seu público. Se, por exemplo, é melhor preparar convites impressos, banners, folhetos ou apenas utilizar ferramentas on-line.

Com o mundo cada vez mais conectado, se sua estratégia for pela internet, não se acanhe de entrar em contato com comunidades e fóruns nas redes sociais. Essa é uma maneira prática e econômica de divulgar seu evento em um ambiente com pessoas interessadas. Também não dispense o e-mail corporativo. Separe os diversos contatos que podem fazer parte do segmento do seu evento. Envie convite para eles!

5. Saiba como o seu evento foi avaliado

Depois da realização do evento, é importante colher as opiniões dos participantes. Elabore um questionário e envie aos convidados no dia seguinte ao encontro. Assim, quem participou ainda tem uma memória fresca do que aconteceu e vai poder dar um feedback mais completo.

Um detalhe importante na confecção dessa pesquisa de satisfação é fazer menos questões para poder obter mais respostas. Isso porque as pessoas costumam ignorar questionários longos demais. Então, preze por poucas perguntas e deixe um campo para comentários e sugestões. Dessa forma, você aumenta a possibilidade de networking efetivo e analisa se tudo ocorreu como deveria.

Gostou dessas sugestões? Seguindo essas dicas, seu evento corporativo vai agradar a todos! Para ficar por dentro de outros conteúdos como este, assine a nossa newsletter!

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Casamento e filhos: entenda a importância de conciliar

Muitos casais sonham com ampliar a família e ter filhos. Por mais que tudo seja planejado e bem pensado, são inevitáveis certas mudanças no casamento com a chegada dos pequenos. O que antes era uma dinâmica que só envolvia duas pessoas, agora envolve mais gente — e que são totalmente dependente do casal. Isso com certeza altera a rotina e pode acabar por interferir de forma negativa no casamento.

O que a vida conjugal mais precisa nesse momento delicado é de muita atenção e diálogo. A partir desses dois princípios, o casal pode trabalhar como uma equipe para dar total suporte ao bebê e ainda assim manter o amor e a companhia em dia.

Confira, neste post, 5 dicas importantes para conciliar casamento e filhos!

1. Dedique tempo para o amor

A Open University, do Reino Unido, publicou uma pesquisa que demonstrou que os casais sem filhos se consideravam mais felizes. A explicação por trás disso era que, sem crianças, o casal tinha mais tempo para dedicar ao relacionamento. Contudo, a mesma pesquisa mostrou que mulheres com filhos se sentem mais completas em outros âmbitos da vida. Então como equilibrar a chegada do novo membro na família e um casamento saudável e feliz?

É comum casais relatarem que o relacionamento esfria depois da chegada do bebê. É importante não permitir que isso aconteça. Existem maneiras simples de se conectar com o parceiro que não envolvem nem sair de casa.

Uma noite de filmes depois de colocar os filhos para dormir, um jantar romântico ou até um café da manhã na cama antes das crianças estarem de pé podem ser maneiras de passar um tempo a dois, trocar carícias e conversar sobre coisas que não sejam relacionadas a rotina como pais.

2. Divisão de tarefas

É de extrema importância não sobrecarregar a mãe. Por mais que ela tenha funções que só podem ser desempenhadas por elas, como amamentação, todo resto pode ser dividido. Além de ninguém ficar mais cansado que o outro, isso otimiza o tempo e permite que ambos possam se dedicar a outras funções: trabalho, lazer e o próprio relacionamento.

3. Mais diálogo, menos brigas

Como a chegada do bebê muda completamente a vida de um casal, haverá um tempo de ajustes e para que isso aconteça, é indispensável o diálogo entre os cônjuges. Falar abertamente sobre os sentimentos, compartilhar angústias e dúvidas, dar apoio nos momentos de fraqueza. Dessa forma, o casal se mantém conectado e descobre junto como fazer essa nova família funcionar bem para todos.

4. Atenção na saúde

Com crianças em casa, especialmente nos primeiros anos, os pais podem acabar por dar menos atenção para si mesmos e isso inclui também a saúde. Uma doença ou falta de disposição pode deixar o casal sobrecarregado e estressado. Manter uma rotina de sono, alimentação saudável e algum tipo de atividade física podem ajudar. A saúde mental também é importante, então atenção a isso!

O mais importante em todo esse processo é sempre o amor que existe ali e a parceria para conciliar o casamento e filhos. Dessa forma, a harmonia da família é garantida! Para você ver como é possível, conheça 6 casos de sucesso de mães empreendedoras para se inspirar!